Avaliação, in vitro, da resistência à tração de diferentes pinos de fibra de vidro utilizados em dois protocolos para reabilitação de raízes fragilizadas, com e sem reforço de resina composta

dc.contributor.advisor1Paulino, Silvana Maria
dc.contributor.advisor1IDpor
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4708662E1por
dc.creatorSilva, Moisés Franco Barbosa da
dc.creator.IDpor
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1675124227562846por
dc.date.accessioned
dc.date.available
dc.date.issued2008
dc.description.abstractO objetivo do presente estudo foi avaliar, in vitro, a resistência à tração de diferentes pinos de fibra de vidro utilizados em dois protocolos para reabilitação de raízes fragilizadas, com e sem reforço de resina composta. Trinta caninos superiores hígidos tiveram as coroas seccionadas e os canais radiculares tratados endodonticamente. As raízes foram incluídas em blocos de resina, com exceção dos 2 mm cervicais e foram distribuídas, aleatoriamente, em 3 grupos (n=10): GI - raízes sem fragilização, restauradas com pino de fibra de vidro Reforpost RX (grupo controle); GII - raízes fragilizadas com broca #4 do kit White Post DC, reforçadas por meio do sistema Luminex com resina composta Z100 e pino de fibra de vidro Reforpost RX; GIII - raízes fragilizadas com broca #4 do kit White Post DC, reforçadas com sistema de pino de fibra de vidro DC White Post. Os pinos foram fixados com cimento resinoso Panavia F e as porções coronárias foram construídas em resina composta. Os corpos-de-prova foram submetidos ao teste de tração na máquina universal de ensaios Instron 4444, à velocidade de 1,0 mm/min. Os testes de Kruskal Wallis e Dunn demonstraram diferença estatisticamente significante entre o Grupo II (p<0,05), que apresentou o maior valor de resistência à tração (0,1144 kN) e os Grupos I (0,0470 kN) e III (0,0536 kN) que não apresentaram diferença estatística significante entre si (p>0,05). A análise dos tipos de falhas mostrou predominância de falha mista nos Grupos I e II e falha adesiva no Grupo III. Pode-se concluir que o protocolo de reforço que utilizou resina composta fotopolimerizável e pino de fibra de vidro foi o que apresentou os maiores valores de resistência à tração.eng
dc.description.resumopor
dc.formatapplication/pdfpor
dc.identifier.citationSILVA, Moisés Franco Barbosa da. In vitro evaluation of the resistance to traction of different fiber-glass posts used in two protocols for fragile root rehabilitation, with or without composite resin reinforcement. 2008. 131 f. Dissertação (Mestrado em Endodontia) - Universidade de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, 2008.por
dc.identifier.urihttp://tede.unaerp.br:8180//handle/tede/35
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade de Ribeirão Pretopor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentEndodontiapor
dc.publisher.initialsUNAERPpor
dc.publisher.programPós-Graduação em Odontologiapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectOdontologiapor
dc.subjectEndodontiapor
dc.subjectRetentor intra-radicular - Traçãopor
dc.subjectReforço da estrutura dentalpor
dc.subjectRaízes fragilizadaspor
dc.subjectDentistryeng
dc.subjectEndodonticseng
dc.subjectIntra-radicular post tractioneng
dc.subjectDental Structure reinforcementeng
dc.subjectFragile rootseng
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIApor
dc.thumbnail.urlhttp://tede.unaerp.br:8180//retrieve/80/MOISES%20FRANCO%20BARBOSA%20DA%20SILVA.pdf.jpg*
dc.titleAvaliação, in vitro, da resistência à tração de diferentes pinos de fibra de vidro utilizados em dois protocolos para reabilitação de raízes fragilizadas, com e sem reforço de resina compostapor
dc.title.alternativeIn vitro evaluation of the resistance to traction of different fiber-glass posts used in two protocols for fragile root rehabilitation, with or without composite resin reinforcementeng
dc.typeDissertaçãopor

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