Execução unificada trabalhista: uma nova forma e coletivização do processo
| dc.contributor.advisor | Zanferdini, Flávia de Almeida Montingelli | |
| dc.contributor.author | Santos, Guilherme Alves dos | |
| dc.coverage.spatial | Universidade de Ribeirão Preto - UNAERP | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2021-04-13T18:34:17Z | |
| dc.date.available | 2021-04-13T18:34:17Z | |
| dc.date.issued | 2016 | pt_BR |
| dc.description.abstract | O objetivo desta pesquisa reside em estudar o fenômeno da coletivização da execução trabalhista verificado na prática forense nos últimos anos. Inicialmente buscam-se identificar os motivos que levaram à crise do Poder Judiciário e de efetivação da tutela jurisdicional, especialmente a partir da ampliação do acesso à justiça. Num segundo momento analisam-se as medidas legislativas adotadas para a superação deste paradigma sob a perspectiva da coletivização do processo. Neste viés, identificam-se os principais elementos do microssistema de processo coletivo, com destaque para a tutela dos direitos individuais homogêneos. Em seguida o estudo se dirige sobre a mais recente perspectiva de coletivização da tutela jurisdicional, assentada na valorização dos precedentes judiciais. A partir do exame da coletivização do processo que transformou o processo civil nas últimas décadas, verifica-se que este fenômeno não se voltou à fase de execução, embora os mesmos fundamentos de coletivização da tutela - celeridade, efetividade, isonomia e segurança jurídica - igualmente justifiquem a coletivização da fase de execução. Daí porque se legitima, especialmente à luz do formalismo valorativo e do neoprocessualismo, a construção jurisprudencial que conduziu à formação de um processo coletivo de execução no âmbito da justiça do Trabalho, à míngua de normas específicas a respeito no ordenamento jurídico. Atualmente, em que a produção doutrinária acerca preservação das garantias constitucionais nas demandas de massa parece ter alcançado maturidade, faz-se necessária não apenas a análise da oportunidade e da conveniência da execução coletiva para a concretização de direitos fundamentais, mas também da formatação jurídica deste modelo. Para tanto, a partir das formas de coletivização previstas no ordenamento jurídico brasileiro e estrangeiro procura-se estabelecer qual seria o núcleo essencial do direito ao contraditório na execução coletiva trabalhista. O que se propõe, por fim, é adoção da lei de recuperação judicial e falências como base deste modelo de execução coletiva, integrada pela aplicação de institutos de direito comparado, oriundos dos sistemas alemão e inglês de resolução de demandas de massa a partir de processos pilotos ou representativos. | pt_BR |
| dc.format.extent | 146 f. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unaerp.br//handle/12345/346 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Direito processual coletivo | pt_BR |
| dc.subject | Execução trabalhista | pt_BR |
| dc.title | Execução unificada trabalhista: uma nova forma e coletivização do processo | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
