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dc.contributor.authorHernandes, Camila
dc.coverage.spatialUniversidade de Ribeirão Preto - UNAERPpt_BR
dc.date.accessioned2021-04-05T18:44:00Z
dc.date.available2021-04-05T18:44:00Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unaerp.br//handle/12345/290
dc.description.abstractAs indústrias alimentícias, de cosméticos, bem como de medicamentos, têm sofrido pressão por parte dos consumidores nos últimos anos, os quais exigem produtos livres de conservantes, visto que estes têm causado danos á saúde da população, e ao meio ambiente. Entretanto, embora muitas vezes danosos, os conservantes são essenciais na composição dos produtos industrializados ou não, o que tem aumentado o interesse das indústrias por novos agentes antimicrobianos, incluindo os de origem natural. Diante destes fatos, o presente trabalho teve como objetivo, a avaliação do potencial antimicrobiano de óleos essenciais de espécies vegetais, bem como sua toxicidade, para a utilização como conservantes em produtos alimentícios, e farmacêuticos. Cerca de 117 espécies vegetais foram coletadas, identificadas e submetidas a extração de óleos essenciais através de hidrodestilação. Os constituintes químicos majoritários dos óleos essenciais foram identificados, constatando que 61,5% das espécies produziram altos teores de carvacrol. A atividade antimicrobiana dos óleos foi avaliada, sendo os pertencentes á espécie de Lippia sp. os mais promissores. Os óleos essenciais foram então avaliados quanto sua ação em combinação entre si, e com conservante comercial Nipagin®. Com estes ensaios constatou-se que a espécie de L. origanoides TI 136- carvacrol em combinação com Tween 80® foi a mais promissora para dar sequência aos demais ensaios. A toxicidade deste óleo foi então avaliada através de testes de toxicidade aguda, citotoxicidade, alergenicidade e mutagenicidade. A DL50 do óleo essencial de L. origanoides TI 136- carvacrol foi de 3,5 g.Kg-1 , enquanto que a IC50 em células de fibroblasto de camundongos foi de 0,15 µL.mL-1 . O óleo essencial não apresentou alergenicidade e foi considerado como negativo para o teste de Ames, caracterizando-o como não mutagênico. O óleo essencial foi desafiado quanto sua ação conservante em suco de laranja e preparações farmacêuticas de creme, xarope e xampu, mostrando-se eficaz em alimentos e preparações farmacêuticas de bases aquosas. Alterações nas caracerísticas de odor e paladar foram observadas com a presença do conservante em suco de laranja e xarope. Com este trabalho conclui-se que o óleo essencial de L. origanoides TI 136- carvacrol pode ser utilizado em substituição aos conservantes atualmente comercializados em suco de laranja e xarope, desde que novos ensaios sejam realizados a fim de se melhorar as caracaterísticas organolépticas.pt_BR
dc.format.extent132 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSuco de laranjapt_BR
dc.subjectAlimentospt_BR
dc.titleAvaliação do potencial antimicrobiano de óleos essenciais como conservantes em produtos farmacêuticos e alimentíciopt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.advisorPereira, Ana Maria Soares


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