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dc.contributor.authorSantiago, Leônidas Cunhapt_BR
dc.date.accessioned2021-02-14T00:24:45Z
dc.date.available2021-02-14T00:24:45Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unaerp.br//handle/12345/175
dc.description.abstractA produção de cerveja artesanal teve um crescente aumento no Brasil ao longo de vinte anos segundo dados de registro do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), sendo a região do Rio Grande do Sul com maior quantidade de cervejarias artesanais. O Brasil é o terceiro produtor de cerveja do mundo, com 14 bilhões de litros em 2018, retratando cerca de 1% desse mercado em cervejaria artesanal. Na produção artesanal, cada litro de cerveja gera 10 litros de efluente, assim cerca de 1,4 bilhões de litros de efluentes são gerados. Em 2018 o Brasil apresentou um aumento de 23% constando 835 cervejarias com dados atualizados até o mês de setembro (MÜLLER E MARCUSSO, 2019). Estima-se uma produção total de aproximadamente 124 milhões de litros de cerveja artesanal por ano, resultando na produção de efluente proporcionalmente. Este trabalho tem como objetivo principal a identificação e caracterização, da situação atual, do descarte do efluente gerado em uma microcervejaria localizada na cidade de Ribeirão Preto, SP, que produz 30.000 litros por mês gerando em média 300.000 litros de efluente que são lançados diretamente na rede coletora de esgoto. Foi realizada a caracterização da empresa, incluindo os volumes de produção, o layout e investimentos futuros. Os pontos geradores de resíduos e efluentes foram identificados no processo da empresa. Foram realizadas coletas para a caracterização do efluente com base na comparação dos parâmetros contidos na legislação com os resultados obtidos. Os parâmetros avaliados neste estudo foram pH (potencial hidrogeniônico), DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio), DQO (Demanda Química de Oxigênio), OD (Oxigênio Dissolvido), sólidos sedimentáveis, N (Nitrogênio), P (Fósforo) e temperatura. Os resultados foram confrontados com valores preconizados, no Estado de São Paulo, no decreto 8461/1976, artigos 18 e 19-A e Resolução CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) n° 430. O pH médio foi de 5,55+0,43 estando dentro do limite permitido e DBO ficou entre 20000 e 35000 mgL-1 , valor acima do permitido de 60 mgL-1 . A relação DQO/DBO importante na escolha do tipo de tratamento a ser implantado apresentou valor de 1,96+0,52. O fósforo e a amônia que podem provocar eutrofização apresentaram valores em mgL-1 de (24,5+12,3) e (22+7) respectivamente. O material sedimentável (MS) em todos os casos está acima de 1 mLL -1 (VMP). Os sólidos sedimentáveis encontraram-se na maior porção em suspenção e são voláteis. Os resultados mostraram que esse efluente não deve ser descartado na rede de esgoto sem a implantação de uma tecnologia para tratamento do mesmo, a fim de reduzir sua carga orgânica e material sedimentável. Considerando as características do efluente e avaliando a área disponível na empresa, o tratamento biológico misto (ETE Compacta) seria o mais indicado para a correta disposição atendendo a legislação vigente.
dc.relation.ispartofMestrado em Tecnologia ambientalpt_BR
dc.titleSeleção de tecnologia para tratamento de efluente gerado em uma microcervejariapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisorMartinez, Maristela Silvapt_BR
dc.identifier.codacervo149075pt_BR
dc.identifier.filename000007ab.pdfpt_BR
dc.identifier.linkpergamumhttp://pergamum.unaerp.br:8080/pergamumweb/vinculos/000007/000007ab.pdfpt_BR


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